domingo, 18 de maio de 2008

Elogios e canja de galinha não fazem mal à ninguém...

Em mais um oportunidade de recomeço, fui obrigado a contar a história do blog para um amigo e lembrei q em 1 semana, foram mais de 100 acessos, talvez um fenômeno de divulgação ou credibilidade. Fato é que fui lido e percebido e agora que o blog retoma suas atividades, lembro de mto que se passou e para fazer um recorte no tempo, foco nas atividades ligadas à Eco nestes últimos 4 anos.

Isso pq há pelos corredores da Eco a retomada do projeto de uma rádio e vi nos olhos dos calouros o brilho de uma grande idéia e os tropeços de calouros... Não me permitirei que os erros se repitam! E num ato de bravura confidencii histórias, dados, fatos e me permiti mentir... mentir não, talvez aumentar um ponto, prever tendenciosamente outro...
Fato que a maior dificuldade deles foi a clareza que sempre tive, que elogios não são de graça. Que elogio verdadeiros de espírito são raros. Que ser bem falado não faz mal a ninguém, mas ninguém quase o faz de livre e espontânea vontade...
Tentando clarear, o que signiicaria 1 pessoa ouvindo meu progrmaa de rádio-web? Um fracasso ou um sucesso? O que significa não receber mais q 2 e-mails de feed-back?
Confesso que ainda não descobri a resposta, mas tenho minha teoria... Que ninguém perde tempo com isso... Por exmeplo, a partir deste post, volto a anunciar o blog no msn... os efeitos poderão ser vistos em comentários aqui postados e no contador que hoje marca 319 acessos...
Nã quero nada em troca, talvez só a leitura me basta... quem quiser que entre em contato... e se for pra elogiar :) vai fazer tão bem pro meu ego que, sim, eu aceito!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Assopra o tio, recomeça o jogo


Estamos juntos, de volta, quem sabe, pra mais uma aventura...
A necessidade de escrever e o querer compartilhar experiências, opiniões, novidades ou simples filosofadas me levam a retomar o nosso bravo Pulando a Janela.
É isso, então, nosso retorno é marcado pela motivação esportiva, que vai dominar o noticiário, afinal, quem vive de esportes, acaba mergulhado nos esportes, mas amigos, eu garanto, este não será papo único no Pulando a Janela, que já pusou ser subversivo, mas não me arriscarei a tanto.
Vamos combinar então o seguinte: o assunto vem, e a gente escreve... As últimas semanas foram cheias de emoções, assuntos... Isabella, Ronaldo e Travecos, Isabella, Cabañas x Joel, Isabella, mais um vice do Botafogo, Isabella, e vida que segue....
Estamos de volta então... O Retorno do Rei
sem mais por agora, até a próxima hora...

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Anuncia-se um novo golpe.



Já era esperado. Golpes são feitos para tomar o poder. Não duvido ser esse o desejo dos conspiradores da vez. Tais movimentos soturnos assemelham-se a erupções. É só no momento decisivo que percebemos o que, antes, era apenas previsão. O vulcão que se esconde no aspecto bucólico de montanha, nos faz sempre pensar que a catástrofe pode não vir...

Mas os rumores sob as terras brasileiras não permite falsas interpretações. É um novo golpe. Tenho certeza...e certo receio, também.

Tive acesso às primeiras informações através do meu celular. Na hora, dei pouco crédito a esse meio sem tradição jornalística. Só comecei a temer o pior quando vi símbolos fora de época asteados pela cidade em que vivo. No caminho para o trabalho, vi um objeto nas cores amarela e azul sobre o morro da Urca.

Chegando ao meu destino, busquei, do meu computador, os jornais virtuais. E gelei. O Cristo Redentor, maravilha de minha civilização, sofreu adereçagem pouco cristã, semelhante ao objeto na Urca. Nem mesmo o olhar de sincretismo religioso, enraizado na cultura que vê facilmente a Verdade por todo o lado, pôde não se incomodar com o sentido da foto observada no jornal eletrônico.

Quis voltar logo para casa, encontrar uma trincheira ainda segura. Fiz sinal para o motorista do ônibus. Desci.no meu ponto (sim, até ali, local sagrado do meu cotidiano retorno), um grupo de jovens praticavam os ritos da seita de conspiradores, sem constrangimentos e libertos da devida clausura (normalmente, trata-se de um território retangular, gramado ou não, mas sempre com duas balizas).

Quem passasse por perto se sentiria ameaçado. Podiamos ser atingidos pela esfera, simbolo fundamental desse culto, que era ali, habilidosamente, trocada entre os jovens, não pelas mãos, mas pelo impacto preciso dos pés, coxas, joelhos e até cabeçadas.

Pensei que fosse tudo, pois já me era suficiente como testemunho da Nova Ordem que se aproxima. Vi outros jovens, todos uniformizados e com calçados especiais, como os anteriores (tinha esquecido de mencionar antes). Eles batiam palmas a medida que caminhavam saindo de um clube. Era como se enxotassem alguma coisa, ou alguém. Acelerei o passo.

Agora, nos resta esperar. Foi dada a partida. O ano do golpe já está anunciado - 2014. Estejamos prontos, pois a Copa do Mundo será no Brasil! E mais uma vez, ou enfim, país do Futebol.

OBS.: Eu gosto de Copa do Mundo, sempre assisti pela TV. Nunca vivenciei de perto, só ajudei a enfeitar rua. Mas depois de ver um pessoal jogando bola no meu ponto de ônibus fiquei assustado com o que pode acontecer.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Chamem o Capitão Nascimento!!

Talvez assim, volte a ação no blog.

Mas o post nada tem com o Capitão Nascimento, é só uma reflexão dos bastidores da ação da Polícia Cívil na comunidade da Coréia, em Camará City, que há uma semana vitimou fatalmente 12 pessoas, de acordo com Assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública.

Vamos falar português?
De acordo com os jornais "Morro da Coréia". Morro é uma pinóia... uma coleguinha que ajuda a reproduzir esses erros justificou com a falta de sinônimos... Entendo, mas acho que falta noção... geografia...

Vamos nos localizar?
A Coréia fica em Camará City, carinhosamente colada em Bangu, de acordo com os dados estatísticos da Prefeitura do Rio, uma das mais de 50 favelas da região da Grande Bangu, enorme: Bangu, Camará, Padre Miguel, Vilas anexas...

Vamos contar?
Além do menino de 4 anos cruelmente morto por bandidos, o policial que socorria o menino, foram mortos 10 bandidos, de acordo com essa contagem.
Três corpos foram contados pela Folha no IML. Um corpo apareceu fedendo no sábado. Há alguns outros ainda por lá... Estes que aparecem graças aos tiroteios de todo santo-dia...
Mas ficam por lá mesmo, para entrar na contabilidade. Chacinas cotidianas?
Afinal: 12, 13, 16, 20, vamos contar?

Hasta!
Vou pingar meu colírio alucinógino e vai indo que eu não vou plagiar o Simão!!

Ah, que saudade do Simão! Ah, que saudade do Boechat!
Ah, que saudade do meu celular roubado, graças a ausência do Capitão Nascimento!!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Tropa de Elite




Confesso que ao ver a marcha do MST, em pleno centro do Rio de Janeiro, pensei no filme Tropa de Elite. Não aplaudi, como tem acontecido com os exercícios matinais do BOPE na cidade. Foi uma humilde reflexão, muito estranha por sinal. Ora, por que o problema do campo deveria ter visibilidade na cidade, se no discurso dos problemas da cidade a realidade rural do país nem é mencionada?

O tumor urbano é a classe média, a polícia e o marginal. Acrescente aí ONG's corrúptas e filosofias de esquerda. Agora, favela e reforma agrária, xiii... deve ser conexão ultrapassada. Primeiro, o êxodo rural já não é mais o mesmo. E que diabos deve ter em comum o aumento do preço do leite, a gigantesca produção de papel para exportação, a privatização da Vale, o boom do etanol... com o tráfico de drogas, com a violência urbana?

Essas ainda são questões válidas? Ou deixaram de fazer sentido com a anistia concedida pelos militares?

Sobre o filme e a anistia , João Paulo Cuenca do Globo, tem um bom texto. E, como o filme, polêmico:

"o filme é de um reacionarismo que talvez não tenha paralelos na história do cinema nacional. O texto é claro como pó de mármore: o tráfico de drogas é um câncer, a elite branca é hipócrita, a PM é corrupta, e o BOPE é incorruptível. Só o BOPE, através de seus imaculados princípios, nos salvará das trevas. E para isso, tem certas licenças nada poéticas – a tortura é a principal delas. Eles, que são puros, fazem o serviço sujo que nós, hipócritas de classe média, não encaramos. A lógica do discurso policial que “Tropa de elite” reproduz é cristalina."

http://oglobo.globo.com/blogs/cuenca/#74834

OBS.: A imagem desse basculante é de Latuff , publicada no jornal dos docentes da UFRJ. Está reproduzida aqui para fins não comerciais, mas de mera divulgação e reflexão.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Pule a janela!! Vá ao Festival!!

Pipoca, guaraná, pão de queijo, fila: CINEMA!
Começou o Festival do rio, são mais de 400 títulos a serem exibidos entre hoje e 4 de outubro, um sonho para quem tem tempo livre...
Mas até quem não tem, pode aproveitar e fugir. Tem para todos os gostos, em vários bairros (ainda não tão inclusivo quanto eu sonho), com ingressos em todos os preços, inclusive free!!
Povo, tem Tarantino, Ang Lee, David Lynch... Tem Gael Garcia Bernal, John Travolta, Bruce Willis, John Wayne, Jude Law, Jodie Foster... Tem documentários, ação, ficção, surrealismo, curtas, pornô, nacional (isso não é categoria, Blockbuster!!!) ... Tem filmes grátis, 4, 6, 12, 13, 14, 15, 17 reais!!!
Eu vou chegar atrasado no trabalho sempre, vou pegar a sessão de meio-dia e 14hs... tem filme 9 da manhã e meia-noite... tira um tempo, 3 horas no fim de semana e vai.
Já comecei hoje, fui ao Estação Botafogo, sala 1, lotada: Sonhando Acordado (The Science of Sleep), uma co-produção França/EUA, muito bem dirigido por Michel Gondry, lembra dele em Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. Atuação fantástica de Gael García Bernal, oo cara dá um show na pele de um mexicano, filho de mãe francesa, que fala inglês fluente e vive confundindo a realidade com seus sonhos, o bonequinho aplaude de pé!!!
É isso... espaço aberto para dicas e resenhas... fiz um roteiro longo, vai faltar tempo! E vcs?
Pulemos a janela e vamos ao Festival!!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Resultado do Plebiscito

Saiu o resultado, agora?
Agora? Agora, leiam o e-mail,trago notícias em breve!

Companheiros e companheiras,
Com grande prazer estamos trazendo o resultado do Plebiscito Popular da Campanha da Vale.
No total foram 137.472 pessoas participaram do Plebiscito no Estado do Rio de Janeiro !
Desses:
129.872 disseram NÃO a continuidade da Cia. Vale do Rio Doce nas mãos do Capital Privado ( somando os votos das urnas que utilizaram uma questão(sobre a Vale), que foram 37.682 e das urnas que trabalharam com 4 questões que foram 92.194 )
81.170 disseram NÃO a continuidade do pagamento dos juros da Dívida Externa e Interna sem a realização da Auditoria!
83.088 disseram NÃO ao preço pago pela tarifa Energética, onde o Povo paga 8 vezes mais que as grandes empresas!
83.106 disseram NÃO a uma Reforma da Previdência que retire Direitos dos Trabalhadores!
Uma grande vitória dos Movimentos Populares, Sindicais, Pastorais, Partidos e todos que se envolveram nessa grande ação política e pedagógica em nosso Estado.
Em anexo segue a tabela completa com dados por município dizendo quantos foram os votos nulos, brancos ,sim e não por pergunta e urna.
Mas nossa Campanha não acabou!
Dia 25/09 ( 3º Feira ) às 11hs teremos um Grande Ato na Porta do Escritório da Vale ( ao Lado do MEC/Capanema) pela Nulidade do Leilão da Vale do Rio Doce, onde estaremos divulgando para a Sociedade o resultado do Plebiscito.
É da maior importância que todas as organizações e militantes que construiram esse Plebiscito façam uma grande mobilização para esse dia!
Campanha Nacional "A Vale é Nossa"
Plebiscito Popular - 1º a 9 de setembro
Comitê Estadual - Rio de Janeiro
Av. Rio Branco, 277 - Sala 1306
Tel.: (21) 2510-4242
avaleenossa@gmail.com
http://avaleenossa.blogspot.com/

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Mobilização Popular

Amigos,

os últimos acontecimentos pulsando, a cabeça bombando, o fim de semana de plantão e graças ao Felipe, retomo as atividades do Pulando a Janela com informações resumidas da Constituição Federal.
O tema surgiu depois do papo nas aulas que venho fazendo no IFCS: "como falta mobilização popular no Brasil!" Procurei e cheguei a conclusão que não é impossível melhorarmos o Brasil, o que acontece então? Falta de vontade, falta de coragem, cansaço com a realidade, desespero, expectativa em excesso com os Partidos, movimentação apenas dos Partidos (os mais radicais)...
Enfim, vejam abaixo que é possível (tentar) mudar a realidade:

Extraído da Constituição Federal

CAPÍTULO IV
Dos Municípios
Art. 29. O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em doisturnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por doisterços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos osprincípios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição dorespectivo Estado e os seguintes preceitos:
I - eleição do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Vereadores, paramandato de quatro anos, mediante pleito direto e simultâneo realizado em todo o País;...
XII - cooperação das associações representativas no planejamento municipal; (Renumerado do inciso X, pela Emenda Constitucional nº 1,de 1992)
XIII - iniciativa popular de projetos de lei de interesse específicodo Município, da cidade ou de bairros, através de manifestação de, pelo menos, cinco por cento do eleitorado; (Renumerado do inciso XI, pela Emenda Constitucional nº 1, de 1992)

Seção VIII
DO PROCESSO LEGISLATIVO
Subseção III
Das Leis
Art. 61. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe aqualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federalou do Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos nesta Constituição.
§ 1º - São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que:
...
§ 2º - A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

--

E aí, pulas a janela, o pá?

domingo, 16 de setembro de 2007

Resultado do Plebiscito sobre Leilão da Vale

Abro esse basculante para correr um vento no Blog.

Depois de nove dias de votação, encerrou-se o Plebiscito da Vale. Os três poderes e mais o Superior Tribunal de Justiça receberão, no dia 25 de setembro, o resultado. Vale é saber se com o revival do mensalão, os rounds do Calheiros, mais os atrasos do PAC e a disputa pelo enterra ou não enterra da CPMF alguma coisa consegue funcionar.

Parece que só dia 25 vai ser anuciado o resultado da votação. O esperado é que mais de 6 milhões de pessoas tenham participado.

Para mais informações: http://www.ibase.br/modules.php?name=Conteudo&pid=1980

sábado, 25 de agosto de 2007

Plebiscito, hein?!

Amiguinhos,
na peregrinação por informações sobre o tal plebiscito que chamou minha atenção ontem...

Mandei um mail para a organização nacional e regional, recebi yum mail que parecia resposta automática... Li as propagandas dos caras na Internet, achei o que seria o plebiscito e este basculante de notícia cumpre um de seus papéis:

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1. Sobre a organização do local de votação
a) Em cada local público de votação deverá ter uma identificação com faixas ou cartazes que orientem o votante.
b) As urnas poderão ser instaladas em escolas, salas de aulas, universidades, centros acadêmicos, sedes de associações e sindicatos, igrejas, salões paroquiais, portas de fábricas e locais de trabalho. Também em logradouros públicos, calçadas, pontos de ônibus, metrô, trens, portas de cinemas, locais de diversão, numa garagem. Enfim, é só preparar o ambiente.
2. Sobre a urna
a) As urnas serão colocadas no maior número possível de lugares de ampla circulação da população, como sindicatos, igrejas, escolas, universidades, locais de trabalho, pontos de ónibus, metrô, trens, praças, etc.
b) As urnas funcionarão nos horários de circulação das pessoas, durante os dias programados (1º a 9 de setembro de 2007). A equipe organizadora pode estabelecer de acordo com a realidade local.
3. Sobre a cédula
a) A cédula terá a seguinte característica:
- Constarão as quatro perguntas. O votante assinalará apenas com um X ou deixará de assinalar
a pergunta que desejar anular ou não responder;

- O modelo de cédula será confeccionado em âmbito nacional, e cada estado ou região deverá
reproduzí-lo, respeitando as características nacionais.
4. Sobre o eleitor
a) Podem votar todas as pessoas a partir de 16 anos.
b) Para votar a pessoa precisa informar o nome e apresentar algum documento (RG, Carteira Profissional, CPF), que será anotado numa folha de controle de presença. O número de votos deve coincidir com o de votantes listados.
c) Menores de 16 anos que desejarem manifestar a sua opinião votando no Plebiscito poderão
fazê-lo, desde que seus votos sejam contabilizados em urna e lista de presença a parte.
Portanto, é fundamental que os mesários estejam preparados para essa eventualidade.
5. Sobre os prazos para a apuração dos votos
a) A apuração dos votos nos municípios deverá ser finalizada, impreterivelmente, até o dia 12 de
setembro.
b) O envio dos dados do município para o estado deverá ser até o dia 15 de setembro.
c) O envio dos dados do estado para a centralização nacional deverá ser feito até o dia 17 de
setembro.
d) A finalização da apuração nacional deverá acontecer até o dia 20 de setembro.
6. Sobre a apresentação dos resultados
a) A Comissão Nacional Coordenadora organizará a forma de anúncio à opinião pública dos
resultados do Plebiscito.
7. Documentos
Os documentos que deverão ser encaminhados para a Nacional são: planilha de apuração,
lista de votantes e a cédula de votação.


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Temos 1 semana de debates...

Enfim, é isso...

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Plebiscito: A Vale é nossa, sabia?

Amiguinhos,

agradecendo pelo número de visitas, pedindo perdão por quase 1 semana sem textos... mas vamos ao assunto do dia: tinha 2 textos na ponta da língua, ou melhor, dos dedos: a capa do Globo dessa semana, "os refugiados da ditadura atual," retomo o assunto depois... O Globo de ontem (não, eu não leio só O Globo), recadinhos virtuais entre ministros, quebra de sigilo?

Vinha decidido para digitar o texto quando leio um panfleto:
Plebiscito: "A Vale é Nossa!!"

A pergunta que faço é: vocês sabiam? Confesso que com minha sábia ignorância passarai alheio ao assunto se não fosse um panfleto no IFCS, prédio da UFRJ.

Para não me sentir culpado, entrei em dois sites da campanha: http://avaleenossa.blogspot.com e http://www.avaleenossa.org.br , ah, confiram este último, joga no google...

Para não me sentir culpado e fazer do Pulando a Janela um basculante de notícias (certo, Felipe?), mandei um mail para campanha, assim que tiver respostas, trancrevo no blog!

Seguem as perguntas para reflexão:

Perguntas do Plebiscito Popular:
1. Em 1997, a companhia Vale do Rio Doce - patrimônio construído pelo povo brasileiro - foi fraudulentamente privatizada, ação que o governo pode anular. A Vale deve continuar nas mãos do capital privado?
2. O Governo deve continuar priorizando o pagamento dos juros da dívida externa e interna, em vez de investir na melhoria das condições de vida e trabalho do povo brasileiro?
3. Você concorda que a energia elétrica continue sendo explorada pelo capital privado, com o povo pagando até 8 vezes mais que as grandes empresas?
4. Você concorda com uma reforma da Previdência que retire direitos dos trabalhadores / as?

votação entre 1º e 9 de setembro, nas urnas instaladas em vários pontos do Brasil (seja lá o que isso quer dizer!!)

domingo, 19 de agosto de 2007

Para-atletas! Para-béns! ParaPan! em compensação...

Domingo, 5 de agosto,
plantão de fim de semana, logo depois do Pan, saudade dos meus sábados e domingos...
Abro o Globo, Segundo Caderno, aspas para o colunista Agamenon Mendes Pedreira: "Jogos do ParaPan, a Paraolímpiadas Paraplégicos, para cegos, para surdos e para mudos."

Domingo, 12 de agosto,
tela do Sportv, aspas para Luiz Carlos Jr: "Começam os Jogos Parapan-Americanos!"

Durante a semana,
transmissão ao vivo dos eventos, medalhas, histórias, rodas de conversa... e uma dúvida: como seria a cobertura da grande imprensa?
Superação, palavrinha-chave e maldita... Fiz a chamada de texto no trabalho sobre o Parapan... mais de 24 horas e? Superação!!
Outra hora escrevo sobre isso... aprendi que é preciso textos pequenos, rápidos, de fácil apreensão... então...

Domingo, 19 de agosto,
aspas para Luciano do Valle: "Parabéns aos Para-atletas, campeões da Para-Olímpíadas (?!?), muitas medalhas, um show a cobertura da TV! Ficamos emocionados com as histórias de superação que vimos..."
Dúvida de quem acordou as 5 e foi dormir a meia-noite, todos os dias úteis da última semana: Que cobertura? Até onde sei,, só o Sportv passou ao vivo... Outra, que apoio que a TV aberta deu? Se nem no Pan, abriu-se espaço para o esporte... No Parapan...

Enfim, não vou me alongar, vai começar mais uma rodada do Brasileirão... vamos esquentar o debate????

Depois tem mais texto... Agora vou sofrer com o Botafogo!!!

Mídias Digitais

1 semana, nem catamos parabéns ao Pulando a Janela...
100 acessos, nao sei de quantas pessoas diferentes...
7 textos, quase 1 por dia...
17 comentários...
5 colaboradores...

Feliz pelo número inesperado, mas será que não poderia ser melhor?

Veremos no futuro...

Espero mais presenças, mais comentáriso, mais colaboradores...

Hasta!

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

De volta às aulas (parte I)

Recomeça a rotina de faculdade. Alunos, futuros jornalistas, reencontram-se com poucos abraços, alguns beijos e sorrisos simpáticos. Sem muito assunto, não fugimos da velha pergunta: Como foi de férias?

Na maioria, não a tivemos. Nas férias, sangue de estagiário é sugado em dois turnos. Muitos estavamos envolvidos na cobertura dos jogos Pan-americanos, ou fazendo pesquisa, cuidando de alguma assessoria, etc. Ela foi apenas uma breve pausa na congregação dos “focas”, que se dava quase todas as manhãs em sala de aula. É ritual de uma única garantia, ou seja, o diploma que nem a profissão exige.

Voltamos para essa realidade após o espetáculo competitivo que aconteceu no Rio de Janeiro nos jogos Pan-americano. Nada mal recomeçar com uma aula de legislação e ética, pontualmente, às 7:30 da manhã. Assim, nós, futuros jornalistas, nos defrontamos com a própria consciência, e a condição de ser brasileiro.

“A estatura ética do brasileiro é baixa” diz o professor impecavelmente arrumado. Depois, confirmando a minha previsão quando fiz a inscrição na disciplina, ele solta a ordem: “quem já leu a Constituição de 88, sem ser por necessidade ou obrigação, levante o braço”. Se não chuto alto, deviamos ser quase 50 alunos na turma. Um, no máximo dois, levantaram o braço. Ainda deu para ouvir alguns “ não li tudo”, “só algumas partes”, e confesso, me incluam nesse último grupo.

Se ao pendurar essa roupa suja aqui, na nossa janela, já me exponho a receber as pedras e acusações do tipo “falta de amor próprio” ou “indelicadeza com a classe”, peço calma. Não acabei o serviço. Pior é revelar que os motivos da “maioria” que leu toda a Carta Magna, ou mesmo algumas partes, não são tão nobres como o amor à pátria, o senso de cidadania ou de jornalista. Corro o risco da generalizações, mas não é nenhuma novidade que são as perspectivas generosas dos concursos públicos que nos levam a ter essa relação utilitarista cam a constituição. Assim foi com a matemática, a física, a química até o vestibular.

Agora, queremos a boa vida. Diga-se de passagem que ela corre sérios riscos de não ter futuro. Em nome da eficácia sofre ataques de projeto de lei que se aprovado pode permitir, por exemplo, que funcionários da TV Pública sejam contratados sob regras do setor privado, as da CLT. E, também, da proposta de emenda constitucional que efetiva cerca de 300 mil servidores da União, Estados e Municípios sem concurso público, um verdadeiro “trem da alegria”. Ou seja, esses nem precisam beliscar o texto primordial. (http://www.oab.org.br/noticia.asp?id=10801)

Uma opinião sobre funcionalismo público: http://www.brasilwiki.com.br/noticia.cfm?id_noticia=1614
Outra:
http://www.servidorpublico.net/noticias/2007/07/29/sem-estabilidade-funcionarios-das-futuras-fundacoes-estatais-ficarao-sujeitos-a-pressoes-politicas/

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

De volta às aulas (parte II)

Sem querer aprofundar o debate entre o público e o privado, voltemos logo à primeira aula de Legislação e Ética. Espero não correr o risco de ser processado ao dizer que fiquei surpreso com a seguinte declaração do professor: “se existe uma coisa que eu acho ser um grande erro e ainda vou ajudar a derrubar, é o Estatuto da Criança e do Adolescente”.

Devia ser quase oito e meia da manhã, mas só acordei efetivamente quando ouvi as palavras que acabo de escrever. Fiquei curioso para saber as razões daquele homem: “ Se não dou dinheiro ( aos flanelinhas menores de idade) arranham o meu carro todo. Eu não posso nem dar uns cascudos, porque se passa um policial vou preso”.

Outra roupa suja da sala de aula pendurada na janela. Já sei até do que posso ser acusado dessa vez: “malucos que defendem o Estatuto da Criança e do Adolescente” (ou ECA).

“A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade”. (artigo 3° do ECA)

Fico grato por não ter encontrado nada parecido com:

Está assegurada a concentração da riqueza e do poder, sendo a segurança de quem tem dinheiro um direito maior que os da saúde pública, da segurança alimentar e da cultura. Está prevista em lei as penas e as formas de punição do menor pobre e marginalizado, para que não se cometa o crime de arranhar o brio de uma classe e permanecer impune.

Em corrupção crônica não se mexe com profundidade. Mas estamos aprendendo a boiar na superfície dos escândalos amorosos da classe política. Afinal, que eles façam o serviço para os quais são muito bem pagos: eliminar os pobres, desqualificados e injustiçados.

Se é esse o Bem final da nossa pólis pós-moderna - a utopia da nossa ética –, então, nos restam duas escolhas: esquecer a constituição de 88 e esperar para ver no que vai dar, sem acrescentar à ignorância, a hipocrisia.... ou tentar, com duras penas, preservar o escrito para quem sabe um dia, institui-lo.